5 de setembro de 2011

Vacina contra a esquistossomose e fasciolose é a 1º vacina parasitária do Mundo


Avanço no desenvolvimento da primeira vacina totalmente brasileira e a única vacina parasitária do mundo, contra a esquistossomose e a fasciolose (doença parasitária mais comum em gado no mundo), foi apresentado como um dos 40 casos de sucesso de inovação durante a 11ª Conferência da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), que ocorreu semana passada, em Fortaleza. Fruto de estudos desenvolvidos há mais de três décadas pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), o projeto, primeira parceria público privada exclusivamente nacional para o desenvolvimento de vacinas destinadas para o mercado mundial, inicia a fase de testes clínicos ainda em 2011.


A molécula Sm14, isolada e caracterizada pelo IOC, é a única reconhecida pela OMS como antígeno para uma vacina anti-helmíntica bivalente (Foto: Gutemberg Brito)

Desde o início, o estudo foi apoiado financeiramente pelo IOC e, em sua primeira fase de desenvolvimento tecnológico foi apoiado pelo Programa de Desenvolvimento Tecnológico em Insumos para Saúde (PDTIS/Fiocruz). Em 2005, a empresa Alvos licenciou a vacina veterinária e a vacina humana desenvolvida pela Fiocruz, numa parceria público privada. A empresa foi adquirida pela Ourofino Agronegócios, que assumiu o processo.

Durante a apresentação, a coordenadora da pesquisa e chefe do Laboratório de Esquistossomose Experimental do IOC, Mirian Tendler, e a coordenadora de Gestão Tecnológica da Vice-Presidência de Produção e Inovação em Saúde da Fiocruz, Celeste Emerick, reforçaram a importância da iniciativa citando números relativos à esquistossomose, segunda doença parasitária mais prevalente no país. Segundo as especialistas, cerca de 600 milhões de pessoas vivem sob risco de se contaminar e 200 milhões de pessoas estão infectadas atualmente em 74 países.

Fonte: Fiocruz


Leia mais sobre Vacina contra a esquistossomose e fasciolose é a 1º vacina parasitária do Mundo - Portal Farmacêutico em pfarma.com.br

4 de setembro de 2011

A erva-mate contra o mal de Parkinson


Esse efeito acaba de ser constatado por cientistas da Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina. Depois de testar o extrato da planta em ratos induzidos à doença, eles observaram que algumas de suas substâncias mostraram-se capazes de protegê-los. Em outra investigação os animais receberam o fitoterápico com a medicação tradicional e os resultados foram ainda mais significativos. Parte das cobaias chegou a recuperar completamente os movimentos. O estudo ainda é preliminar, mas já provou que a erva-mate pode ser utilizada na prevenção desse mal degenerativo e também como coadjuvante no tratamento, conta a farmacêutica Luciane Costa Campos, chefe da pesquisa.

FICHA DA PLANTA
Nome científico: Ilex paraguariensis St. Hilaire
Nomes populares: erva-mate, mate, erva-chimarrão, chá-do-brasil
Formas de consumo: na região Sul a bebida, bem concentrada, leva o nome de chimarrão; no Sudeste serve-se o chá quente e gelado; no Centro-Oeste seu nome é tereré, versão tropical do chimarrão, com gelo e limão
Origem: América do Sul
Características: seu caule, de cor acinzentada, tem em média 30 centímetros de diâmetro. O porte é variável e, dependendo da idade, pode atingir 12 metros de altura. Quando podada não passa dos 7 metros
Parte usada: folhas

Medicamentos da farmácia popular,o governo implementou mais uns em sua lista;esse é um programa que vem beneficiando várias pessoas que necessitam usar medicamentos e conseguem adquirir de uma forma mais acessivel pagando mais barato.Parabéns ao governo em relação a essa etapa,com essa idéia as pessoas conseguem realizar seus tratamentos e ter uma prevenção em relação as doenças...
http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=1026901142657430015
veja a lista no link...

Experiência alagoana é pioneira em Assistência Farmacêutica no Brasil

Sistema Hórus está sendo implantado em Alagoas de forma experimental e atrai a atenção de outros Estados

Sistema online vai permitir melhorias na qualidade do atendimento dos usuários Repórter: Mônica Lima


Alagoas serve de modelo para os demais estados brasileiros no serviço de assistência farmacêutica. O Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica (Hórus), que está sendo implantado de forma experimental está atraindo a atenção das demais unidades da federação, que tem convocado os técnicos da Diretoria de Atenção Farmacêutica, da secretaria de Estado da Saúde, para palestras em diversos estados.

O sistema que está implantado em 24 municípios alagoanos é uma ferramenta “on line” do Ministério da Saúde, que permite o controle e avaliação dos medicamentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). A meta é atingir 70% dos municípios do Estado até o final do ano. Este mês o diretor de Assistência Farmacêutica, Fábio Pacheco, esteve em Brasília, fazendo a apresentação do Hórus versão estadual, destinada ao controle dos medicamentos e insumos do Programa Estratégico que engloba os programas de tuberculose, hanseníase, DST/Aids, endemias focais, estratégicos do estado, entre outros. A apresentação foi para os representantes de todos os Estados do país.

Fábio Pacheco, afirmou que foi feita a apresentação dos pontos críticos e motivacionais que levaram o Estado a aderir ao sistema, que é gratuito e disponibilizado pelo Ministério da Saúde. Pacheco afirmou que com o Hórus evita-se que haja oneração na aquisição de sistema privados e na transparência dos recursos das três esferas do governo (federal, estadual e municipal). “A intenção da diretoria é utilizar o Hórus como único sistema de informações gerenciais em Alagoas, para atender os módulos hospitalar, componente especializado, judicialização e atenção básica”, destacou Pacheco.

Ainda em Brasília a farmacêutica da DAF, Amanda Paixão, falou durante o encontro das fases de implantação do sistema, destacando o gerenciamento de estoque internamente e comunicação com os 24 municípios que utilizam o Hórus. E, ressaltou ainda, a nova publicação da RDC nº 11.2011, que trata dos critérios para prescrição, dispensação e regulação da Talidomida. O consultor da Câmara Técnica do Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde (COSEMS) e consultor do Ministério da Saúde, Suetônio Queiroz, abordou a experiência de divulgação e adesão dos municípios para utilização do sistema, que tornou-se uma peça fundamental neste processo.

Fonte: Ascom / Saúde
link: http://www.saude.al.gov.br/assistenciafarmaceutica/noticias/experienciaalagoa

3 de setembro de 2011

Efetividade dos Stents Farmacológicos




A angioplastia é a terapia invasiva mais utilizada para o tratamento da doença coronariana. Hoje, na maioria dos casos, é utilizado um stent para desobstruir a artéria.





O benefício clínico dos stents farmacológicos está bem fundamentado em pacientes submetidos a procedimentos de intervenção coronariana percutânea. Até o presente, são mais de 11 ensaios clínicos multicêntricos, muitos conduzidos também em centros brasileiros, apontando que estas próteses reduzem significativamente a reestenose coronariana. Uma metaanálise publicada em 2004, com 11 ensaios clínicos envolvendo 5103 pacientes, demonstrou que, a despeito da mortalidade e da taxa de infartos do miocárdio (IAM) isoladamente não ser modificada pelos stents farmacológicos, houve redução de eventos cardíacos maiores combinados (morte, infarto e revascularização de vaso-alvo) com stent recoberto (7,8%), em comparação ao stent convencional (16,4%). Este benefício deveu-se, portanto, inteiramente, a uma redução da revascularização de lesão-alvo com stents recobertos (4,2% vs. 13,2%; OR=0,26 – 0,14 – 0,45).

Veja mais ...


Link: http://www.rbci.org.br/detalhe_artigo.asp?id=62


2 de setembro de 2011

Anvisa volta atrás e recomenda o uso da sibutramina


29 de agosto de 2011

Medicamentos para acidez Gástrica podem aumentar o risco de fratura


Uma pesquisa realizada na Coréia sugere que o uso de medicamentos populares para a azia como Omeprazol, está associada a um aumento do risco de fraturas, o que reforça a preocupação das autoridades de saúde.

Os cientistas que conduziram uma meta-análise de onze estudos publicados entre 1997 e 2011 revelou que os inibidores da bomba de prótons (IBP), que reduzem a produção de ácido gástrico, foram associadas com um risco 29% maior de fraturas. Isto incluiu um risco 31% maior de fraturas de quadril e risco 54% maior de fraturas vertebrais.

Outro tipo de medicamentos para azia, conhecidos como os antagonistas dos receptores H2 ou bloqueadores H2, incluem drogas como Ranitidina e Famotidine , não foram relacionados significativamente ao risco de fraturas, segundo os autores do estudo. Porém os Bloqueadores H2 são menos eficazes que os inibidores da bomba de prótons para suprimir a produção de ácido e bloqueam apenas cerca de 70%, em comparação com 98% estimados que os IBP podem bloquear o segundo.

Fonte: Annals of Family Medicine 2011


Comparação entre técnicas de granulação via úmida: leito fluidizado x alto cisalhamento.

            A granulação pode ser realizada por diferentes tecnologias as quais se diferenciam essencialmente nas metodologias utilizadas e,...