11 de abril de 2017


Cientistas do Brasil e dos Estados Unidos se unem para combater o avanço do zika vírus.

O governo brasileiro firmou acordo com a Universidade do Texas (EUA) para desenvolver uma vacina contra o zika vírus. O Brasil enfrenta uma grave epidemia de microcefalia provocada pelo zika vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, a microcefalia consiste em uma má-formação do cérebro em fetos e que, ao nascer, apresentam perímetro cefálico igual ou inferior a 32 centímetros, que causa uma deformação do cérebro que afeta o desenvolvimento da criança.
O País registrou 4.783 casos suspeitos de microcefalia entre os meses de outubro do ano passado e fim de janeiro deste ano por infecção de zika vírus, e já foram confirmados 404 casos, sendo que em anos anteriores este número não chegava a 200 casos. O brasil destinará US$ 1,9 milhão em recursos para pesquisar a imunização.


A vacina será desenvolvida por cientistas brasileiros do Instituto Evandro Chagas, localizado no Pará e americanos da Universidade do Texas Medical Branch sendo esta instituição o centro colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para pesquisas em vacinas de doenças infecciosas emergentes, e o prazo de testes desta vacina  é de três anos antes da comercialização .
O desenvolvimento da imunização para a produção da vacina contra o zika vírus será acelerado porque os testes da vacina serão feitos simultaneamente em camundongos nos Estados Unidos e em macacos em Belém, segundo o pesquisador do Instituto Evandro Chagas, Pedro Vasconcelos, que também informou que  já foi feito o sequenciamento do genoma do vírus, uma parte desse genoma (a parte responsável pelo desenvolvimento de anticorpos) será incorporada em uma partícula sintética do vírus VLP e que depois da  conclusão dessas fases serão feitos os testes em animais.
Eduardo Peglow, Joice Iepsen e Taila Ehlert
Mais informações no link http://www.brasil.gov.br/saude/2016/02/brasil-firma-acordo-para-buscar-vacina-contra-o-zika-virus

10 de abril de 2017

PSORÍASE: NOVO FÁRMACO ELIMINA TODOS OS SIMTOMAS.

Segundo estudos, um novo fármaco para psoríase foi testado durante 12 semanas e em 40% dos casos foi possível eliminar por completo as placas psoriáticas, e em 90% dos casos houve melhora.
Este novo fármaco é chamado de Ixekizumab, e foi testado pelos investigadores da Universidade Manchster, do Reino Unido. O teste foi feito com 2550 pessoas, metade dessas pessoas fizeram o uso do fármaco novo “Ixekizumab” e a outra metade utilizou o medicamento que geralmente é indicado pra o tratamento da psoríase. Os indivíduos que utilizaram o “Ixekizumab” apresentaram melhoras mais rápidas e mais extensas que os pacientes que utilizaram o medicamento comum.
O Ixekizumab é um anticorpo monoclonal que neutraliza os efeitos inflamatórios de uma interleuquina, (IL)-17 A. Esta proteína tem sido cada vez mais reconhecida como uma das causas das placas vermelhas e escamosas da psoríase.
De acordo com a universidade o objetivo do tratamento para psoríase é diminuir os sintomas visíveis, para que os pacientes possam ter uma pele saudável e sem haver constrangimentos com sua saúde. 





Para mais informações, acessem o link https://www.bancodasaude.com/noticias/psoriase-novo-farmaco-elimina-todos-os-sintomas/.

Boa leitura!

9 de abril de 2017

Cientistas anunciam remédio que cura depressão e evita suicídio

Cientistas anunciam remédio que cura depressão e evita suicídio



Esperança para quem sofre de depressão e já pensou em tirar a própria vida.
A empresa NeuroRx, composta por inúmeros cientistas em Israel, divulgou esta semana uma notícia surpreendente: um remédio para cura total da depressão e para evitar suicídios.
A droga chamada ‘Cuclurad’ tem efeito rápido e contém os sintomas duas horas depois do início do tratamento, segundo os pesquisadores.
Os dados, divulgados no evento científico IATI-Biomed realizado em Tel Aviv, surpreenderam a comunidade médica mundial.
Outra novidade apresentada pelos cientistas foi a dissociação do suicídio como decorrente da depressão. Segundo a pesquisa, o suicídio ocorre devido a outros fatores cerebrais e deve ser tratado como doença.
O remédio
O tratamento inovador divulgado pela empresa está na segunda fase de testes e tem financiamento do Hospital Herzog em Jerusalém e da Universidade de Columbia, em Nova York.
O novo remédio é chamado de ‘Cuclurad’ e teve seu desempenho na pesquisa revisado pelos maiores especialistas de ciências da vida mudialmente.
O resultado foi incrível: o remédio pode ajudar médicos a tratar com mais sucesso a depressão e o suicídio e não se compara a nenhum outro tratamento vigente no campo médico, dizem.
Este estudo representa um complemento importante para a literatura emergente sobre a manutenção da reposta clínica após o tratamento da depressão e do suicídio. O remédio pode ser administrado via oral e tem demonstrado segurança e tolerabilidade no tratamento de longo prazo”, ponderou o médico e professor Dan V. Losifescu da Escola de Medicina Icahn.
Segundo ele, o estudo é um marco no campo da neurologia mundial.
O teste
Os cientistas da empresa isolaram substâncias presentes no cérebro humano e identificaram a exata dosagem para controlar de forma permanente as doenças.
Em outubro do ano passado, a força tarefa da Associação Americana de Psiquiatria já havia divulgado testes iniciais com o novo tratamento.
Contra suicídio
O médico Jonathan Javitt, fundador e CEO da NeuroRX, afirmou que os estudos estão avançando para compreender melhor o funcionamento do cérebro e a decorrência de doenças psiquiátricas.
Quando alguém morre de câncer, culpamos a doença e buscamos incessantemente a cura. Quando alguém suicida-se, a tendência é culpar o paciente. O que descobrimos é que o suicídio é causado por vias químicas do cérebro distintas das que causam a depressão”, ponderou o médico.
O avanço é que o suicídio tem sido visto como um estágio final da depressão, quando, na verdade, é uma entidade clínica distinta que parece ser motivada por diferentes caminhos cerebrais dos que originam a depressão. As drogas atuais para tratamento da depressão tem efeito colateral de aumento de suicídios dos pacientes. Estamos ansiosos para continuar a fase de testes em humanos e provar a eficácia do nosso medicamento”, finalizou Jonathan Javitt.
A empresa que desenvolveu o remédio deverá obter a autorização e aprovação legal para fabricação da droga após o encerramento da última fase de testes, esperada para o fim de 2017.
Com informações timesofisrael.com
Tradução: Rodrigo Lins – Correspondente SNB nos Estados Unidos







8 de abril de 2017

Novas Opções Terapêuticas para o Tratamento da Diabetes tipo 2

Os pacientes que sofrem com a diabetes mellitus do tipo 2, poderão contar agora com dois novos medicamentos para o tratamento da doença. O genérico dapagliflozina e o produto biológico Xultophy.
A Anvisa aprovou recentemente o registro do genérico dapagliflozina, inédito para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 2. O medicamento será uma nova opção terapêutica, visando melhorar o controle glicêmico dos pacientes que possuem diabetes. A dapagliflozina, cuja referência farmacêutica é o Forxiga, é indicada junto à dieta e exercícios para melhorar os níveis de açúcar no sangue em pacientes diabéticos. A dapagliflozina é indicada para tratar diabetes do tipo 2, não devendo ser utilizada no tratamento de diabetes do tipo 1. O seu genérico foi registrado pela Astrazeneca e, não deve ser utilizado – ainda – para tratar cetoacidose diabética ou em pacientes portadores de problemas renais ou doenças cardiovasculares. A dapagliflozina age bloqueando o co-transportador sódio-glicose 2 (SGLT2), uma proteína que é responsável por reabsorver a glicose no rim. Esse bloqueio levará a eliminação do excesso de açúcar presente na urina, controlando assim a diabetes do tipo 2.
A Anvisa registrou mais um novo produto biológico para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2. O medicamento Xultophy, inédito aqui no Brasil, foi aprovado pela Agência Sanitária recentemente. Ele é um composto formado entre a insulina degludeca + liraglutida, indicado para o tratamento de adultos portadores da diabetes mellitus tipo 2. O Xultophy age em conjunto com outros hipoglicemiantes orais, quando estes por sí só ou em combinação com um antagonista dos receptores GLP-1 ou insulina basal não fornecem um controle adequado de glicemia. Esse medicamento quando combinado com hipoglicemiantes orais tem por objetivo auxiliar o controle glicêmico do paciente.



Deixamos como sugestão de leitura, a notícia na íntegra: http://www.brasil.gov.br/saude/2017/04/anvisa-aprova-medicamento-para-diabetes-tipo-2


Agradecemos a atenção de todos e desejamos uma ótima leitura!

5 de abril de 2017

REGISTRO DE MEDICAMENTOS GENERICOS TÓPICOS DERMATOLOGICOS: CENÁRIO BRASILEIRO E ESTUDOS PARA DEMONSTRAÇÃO DE BIOEQUIVALÊNCIA
Comparando-se o número de registros concedidos para produtos tópicos pelo Food and Drug Administration (FDA) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pelo número de testes exigidos, fica claro como as agências brasileiras são flexíveis, pois vem proporcionando um maior número de medicamentos de uso tópico no mercado, sem que haja a garantia de bioequivalência entre as diferentes formulações consideradas produtos genéricos. Dentre as metodologias abordadas estão estudos de liberação e permeação in vitro, ensaio farmacodinâmico de branqueamento, dermatofarmacocinética e microdiálise dérmica.

A RDC nº60, de 10 de outubro de 2014 descreve que, no Brasil, não são necessários registros de medicamentos genéricos e similares de aplicação tópica, não destinada a efeitos sistêmicos, e apresentação de estudos de bioequivalência. Por isso, atualmente, o produto pode ser isento de biodisponibilidade e bioequivalência, desde que apresente o mesmo fármaco, na mesma concentração e os excipientes de mesma função, em relação ao medicamento referência.  Os excipientes devem apenas mostrar a avaliação de equivalência farmacêutica (Eqfar), que avaliam somente os parâmetros físico-químicos e microbiológicos estabelecidos em compêndios oficiais como na Farmacopeia Brasileira. Em abril de 2016, com a publicação da Resolução RDC n° 73, de 7 de abril de 2016, nenhum estudo foi solicitado para comparar as formulações semissólidas antes do registro e em casos de alterações pós-registro. Assim, não existe, até o momento, um guia oficial brasileiro recomendando ou orientando as indústrias com relação às bases técnico-científicas envolvidas nas metodologias de execução dos testes ou delimitando especificações necessárias.

A Figura 4 descreve os itens que, na nossa ótica, necessitam ser inicialmente discutidos e posteriormente padronizados, tomando como base o Guia da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD), bem como o Guidance for Industry do FDA, visando uma adaptação à realidade brasileira. Esta padronização segue uma ordem de prioridade e facilidade de implementação.

Ao mesmo tempo, existem vários centros no Brasil, certificados pela Anvisa, que realizam testes de bioequivalência para medicamentos de uso oral, englobando inclusive avaliação de cinéticas de liberação bem como dados farmacocinéticos, que, com sua experiência e competência, serão fundamentais neste processo de discussão. Tais centros poderão ao mesmo tempo contribuir para a realização dos testes propostos, devido à gama de equipamentos analíticos de alta seletividade e sensibilidade, sistemas de garantia da qualidade e pessoas tecnicamente qualificadas já existentes, e operacionais, propiciando a obtenção de dados com a confiabilidade necessária.

Após a implementação dos testes necessários, uma discussão ampla envolvendo a ANVISA, a comunidade cientifica e o segmento industrial deverá ser feita, visando avaliar a viabilidade técnica e econômica de adequação à realidade brasileira, vislumbrando não só o melhor controle da segurança e eficácia destes produtos genéricos no mercado brasileiro, mas também a implementação de ferramentas de análise para desenvolvimento de produtos inovadores com maior competitividade nos diversos blocos econômicos a nível mundial.


Segue aqui o link para uma melhor leitura do artigo: https://visaemdebate.incqs.fiocruz.br/index.php/visaemdebate/article/view/814/373
Planejamento de fármacos, biotecnologia e química medicinal: aplicações em doenças infecciosas.
Os micro-organismos patogênicos são causadores de doenças infecciosas (por exemplo, bactérias, vírus, fungos e parasitas) que invadem as células do hospedeiro para a sua reprodução. Essas doenças desenvolvidas por eles representam graves problemas de saúde pública que afetam uma fração significativa da população mundial. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças infecciosas são responsáveis por aproximadamente um terço das causas de mortalidade no mundo.
A descoberta e o processo de desenvolvimento de fármacos é longo, de alto custo e complexo, é dividido em duas grandes fases:  fase pré-clínica que é a descoberta que pode demorar de 2 a 4 anos,  e  fase clínica, que consiste no desenvolvimento e que pode demorar até 10 anos. 

Um dos principais alvos biológicos são as enzimas, na produção de novos fármacos, devido realizarem papel fundamental em varias vias bioquímica relacionada a doenças e alterações na homeostasia em humanos. Onde podemos analisar que a fonte humana é responsável pelo maior numero de enzimas utilizadas no desenvolvimento de fármacos, e em segundo lugar a fonte bacteriana onde já conhecemos alguns fármacos provenientes desta síntese como é o caso da produção de insulina artificial, através da bactéria Escherichia coli. 

 Na produção e desenvolvimento de novos fármacos dois componentes mostram-se fundamentais, que são inovação e integração, para o constante crescimento desta área é preciso investir cada vez mais em infraestrutura, qualificação na pesquisa e dos profissionais, estimulo governamental em parcerias entre universidades e industriais, avanço do conhecimento científico e do domínio tecnológico. É essencial articular estratégias de captação de recursos financeiros, materiais e humanos, consolidar ideias e encontrar novas soluções para que possamos evoluir, nas próximas décadas, de uma nação emergente para uma potência mundial na área de fármacos e medicamentos.
Link:

Eduardo Peglow, Joice Iepsen e Taila ehlert.


3 de abril de 2017

Bioética e Pesquisa com Novos Medicamentos



Os avanços tecnológicos aplicados a saúde e conquistas que beneficiem o homem dependem, muitas vezes, de experimentos realizados no próprio ser humano.
E esse desenvolvimento, seja de um novo fármaco para o tratamento de doenças, vacinas, exames, dispositivos ou procedimentos úteis à prevenção, diagnóstico ou tratamento, devem apresentar uma metodologia adequada e ser conduzido dentro de padrões de ética aceitáveis de respeito aos indivíduos (autonomia), de beneficência e justiça, chamados de bioética.
A participação de seres humanos em pesquisas deve sempre ser voluntária e protegida contra danos e abusos. Por este motivo, é fundamental que se tenha um sistema de revisão ética das pesquisas, com o objetivo de se garantir a proteção dos participantes da pesquisa, e ainda, garantir direitos e deveres dos pesquisadores, das instituições envolvidas, do patrocinador, do Estado e do próprio sujeito de pesquisa.

Toda pesquisa deve ser conduzida dentro de padrões éticos,como O Código de Nuremberg, Declaração de Helsinque e Diretrizes Internacionais para Pesquisas Biomédicas Envolvendo Seres Humanos, que são documentos internacionais periodicamente atualizados e balizadores de condutas éticas.


Avanços e desafios na avaliação ética de pesquisas clínicas de fármacos no Brasil.

O artigo a seguir descreve a evolução histórica das normas que regulam a pesquisa clínica no Brasil, e identifica os principais avanços e desafios presentes no processo de análise dos projetos/protocolos de estudos clínicos.


Diretrizes Internacionais para Pesquisas Biomédicas Envolvendo Seres Humanos;

2 de abril de 2017

Pesquisa de dois brasileiros pode ser uma alternativa no tratamento da AIDS

Por vários anos a AIDS vem tirando vidas, em diversos lugares do mundo. Portanto, a busca da cura da AIDS se faz necessária e é fonte de interesse de milhões de cientistas. Atualmente, cientistas que estudam formas de combate à AIDS deram mais um passo adiante. Dois brasileiros, pesquisadores da doença, apontaram que um tratamento com anticorpos monoclonais foi capaz de combater por várias semanas o vírus HIV em pacientes infectados.
Além dessa pesquisadores, existem milhares que procuram se aproximar da cura da AIDS como: a imunoterapia com anticorpos neutralizantes, que reduzem a carga de vírus no sangue de pacientes infectados; o desenvolvimento de uma molécula artificial que se liga ao vírus impedindo que ele infecte as células do organismo; a terapia genética, que modifica o DNA das células de defesa do paciente de forma a evitar a infecção pelo HIV; e a vacina anti-HIV, que está sendo desenvolvida no Brasil e tem como objetivo fazer com que o organismo entre em contato com o vírus de uma forma segura, para que as células aprendam a reconhecê-lo e produzir defesas contra ele.
Todas essas pesquisas atacam a AIDS por duas frentes: a cura esterilizante, visando a eliminação completa do vírus da corrente sanguínea e a diminuição da inflamação causada pela doença, que é o principal fator de desencadeamento dos problemas de saúde causado na AIDS, tendo em vista que ocorre envelhecimento precoce das células.





1 de abril de 2017

Terapias relacionadas ao câncer


O câncer é uma das principais causas de morte no mundo. Algumas terapias anticâncer estão disponíveis, porém como a maioria das pessoas sabem, existem muitos efeitos colaterais e ineficácia muitas vezes persistente. Desta maneira existe necessidade extrema do desenvolvimento  de terapias mais eficazes e a conseqüente redução de efeitos colaterais que é altamente desejada . Nas ultimas décadas foram desenvolvidas terapias visando citotoxicidade como uma abordagem empírica para o tratamento de câncer. Avanços mais recentes, focados na compreensão das bases moleculares que levam ao crescimento e progressão do câncer, vem abrindo campo para o desenvolvimento de fármaco-terapias mais especificas contra essa patologia.
Nos últimos anos vem sendo demonstrado que inibidores de vias de resposta ao estresse apresentam propriedades anticâncer, com certa seletividade ás células tumorais em relação ás células normais. Esta seletividade se da pela dependência das células tumorais aos sistemas de reposta ao estresse, dependência essa não observada em mesma intensidade em células sadias. Assim, intervenção em vias de resposta ao estresse celular é uma atrativa estratégia para o desenvolvimento de fármacos contra o câncer.

Fonte e mais informações pertinentes no link: http://pages.cnpem.br/pibic/wp-content/uploads/sites/52/2012/04/Descoberta-e-desenvolvimento-de-f%C3%A1rmacos-contra-c%C3%A2ncer.pdf

Gostaria de compartilhar um pouco da minha vivência com os pacientes oncológicos do HE-UFPEL.
Eu coletava sangue todos os dias como rotina de pacientes portadores de algum tipo de câncer, a relação de exames laboratoriais dos pacientes da ''hemato'' são variados mas na maioria das vezes eram os mesmos, (hemograma, função hepática, coagulação...) para os médicos terem o controle e saber se o tratamento está surtindo efeito e também se está tendo algum efeito colateral e como combater.
Acompanhei a luta diária desses pacientes, o quanto o quadro deles pode variar de um dia para outro, em um dia eles estavam aparentemente bem e no outro totalmente debilitados, a coleta de sangue muitas vezes se torna difícil devido a quimioterapia constantemente utilizada por eles.
Muitos deles acabam não resistindo a doença e ao tratamento ''agressivo'' e vão a óbito, por isso é de extrema importância o empenho para descobrir novos tratamentos, pois quando se fala de tratamento de câncer os efeitos colaterais são inúmeros e eu vi isso de perto, a dor e o sofrimento que geralmente existe, passar por todo árduo tratamento e por fim não adiantar é muito triste.

LNBio representa o Brasil em projeto de pesquisa para desenvolver fármacos contra doenças negligenciadas

Grupo de institutos internacionais de pesquisa tem como objetivo o desenvolvimento de medicamentos mais eficientes contra Doença de Chagas, Leishmaniose e Doença do Sono.

O consórcio internacional para o desenvolvimento de novos fármacos contra Doença de Chagas, Leishmaniose e Doença do Sono se reúne pela primeira vez no Brasil. Representantes de institutos de pesquisa e empresas de biotecnologia de nove países estarão em Campinas (SP) para discutir o andamento do Projeto New Medicines for Trypanosomatidic Infections (NMTryI), uma iniciativa financiada pela União Europeia, por meio do Programa FP7.

O Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), associado ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), uma organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), é o representante brasileiro no grupo.
Os pesquisadores do consórcio internacional participarão ainda de um simpósio, aberto ao público, sobre oportunidades de parcerias entre instituições brasileiras e europeias. Os eventos acontecerão entre 8 e 10 de abril no campus do CNPEM.
Com orçamento de 7,6 milhões de euros e duração de três anos, o Projeto NMTrypI tem como principal objetivo otimizar moléculas com ação anti-tripanossoma, a fim de garantir medicamentos mais eficientes contra Doença de Chagas, Leishmaniose e Doença do Sono, também conhecida como Tripanossomíase Humana Africana. Conhecidas como doenças negligenciadas, essas enfermidades atingem principalmente populações de países em desenvolvimento e seus tratamentos são baseados em medicamentos antigos, os quais apresentam problemas de resistência e toxicidade.
Para o desenvolvimento de novos fármacos, o consórcio investe em uma abordagem interdisciplinar e na reunião de competências de entidades da Itália, Alemanha, Portugal, Inglaterra, Grécia, Espanha, Bélgica, Sudão e Brasil.
O LNBio é responsável pela triagem das moléculas candidatas a fármacos, por meio de uma técnica automatizada conhecida como high throughput screening (HTS), utilizada para identificação de compostos que interferem nos mecanismos das doenças. "Estamos testando aproximadamente 15 mil substâncias em ensaios celulares para essas doenças", detalha Carolina Borsoi Moraes, pesquisadora do LNBio, especialista em triagem para doenças negligenciadas. "Ao todo, realizaremos mais de 50 mil pontos de triagem."
Mais informações em: http://www.mcti.gov.br/noticia/-/asset_publisher/epbV0pr6eIS0/content/lnbio-representa-o-brasil-em-projeto-de-pesquisa-para-desenvolver-farmacos-contra-doencas-negligenciadas 

29 de março de 2017

Produção de insulina artificial pelo DNA recombinante, obtido da bactéria Escherichia coli.

A insulina é um hormônio produzido pelas células pancreáticas, sendo sua  função  a redução dos níveis de glicemia, a sua deficiência gera uma doença chamada diabetes melittus. A diabetes é um sério problema de saúde, devido ao grande numero de pessoas atingidas pela doença, por isso viu se a necessidade de  um nova tecnologia para produção artificial de insulina, para reduzir o seu tempo de produção, cerca de 30 dias, já que a insulina tradicional é produzida através do pâncreas de suínos ou bovinos. A tecnologia de Rdna permitiu a expressão de proteínas em microrganismos e células hospedeiras, como a Escherichia coli.



Essa insulina artificial e produzida através de moléculas de DNA, contendo segmentos ligados, onde é feito o isolamento do gene de interesse é conduzido por meio de técnicas de clonagem molecular, que consistem em induzir um organismo vivo a amplificar a sequencia de DNA de interesse. A clonagem do DNA envolve a separação de um gene especifico e sua ligação a uma molécula de DNA transportadora e depois a replicação do DNA modificado, o resultado e uma amplificação seletiva de um gene particular. A bactéria Escherichia coli, foi o primeiro usado. Utilizando - se os códons genéticos para E. coli, para uma melhor expressão do gene nessa bactéria, foi montado um gene codificando a proteína humana .A insulina artificial ou recombinante foi o primeiro produto da tecnologia do Rdna, comercializado no mundo.

Fonte:
file:///D:/Dados%20Usu%C3%A1rio/Desktop/Dialnet-AProducaoDeInsulinaArtificialAtravesDaTecnologiaDo-5033102.pdf

28 de março de 2017

Na Universidade de Salamanca, na Espanha, um grupo de pesquisadores realizaram com sucesso  um experimento in vitro de uma alternativa não toxica para o tratamento de neoplasias, o grupo desenvolveu nanocápsulas inteligentes  as quais  são capazes de reconhecer e ir diretamente as células tumorais. A intenção é modificar a quimioterapia convencional, principalmente a do câncer de pulmão.
O grupo liderado por uma engenheira química tem como foco desenvolver um aerosol para inalação, o qual inclua um meio inteligente que reconheça somente as células tumorais, diminuindo assim  os efeitos tóxicos nos tecidos saudáveis, outra vantagem é a autonomia do paciente que poderá  ele próprio aplicar o tratamento.


O principal objetivo é  diminuir a quantidade de medicamentos que é utilizado para chegar a uma formula especifica, para diminuir a toxicidade e aumentar a eficácia, devido que 80% do fármaco aplicado não é utilizado.
Espera-se que nos próximos dois anos poderão iniciar-se os testes em animais, neste momento os testes estão sendo feitos em tumores in vivo, para que os resultados sejam o mais próximo à realidade, para contarem com uma margem de segurança para dar o seguinte passo. Neste momento encontram-se tentando desenvolver um tumor em 3D para ver como crescem e conseguir validar o aerosol.

                                                                                                            



                                                                                                                  Fonte: Agencia Ete-Espanhaai

Maior informação http://www.sbppc.org.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=2886&Itemid=37 

25 de março de 2017

Pesquisas ajudam a criar medicamentos com técnicas de computação

Grupo interdisciplinar da USP cria técnicas computacionais para ajudar na elaboração de novos fármacos. A professora Káthia Maria Honório lidera a pesquisa. Ela trabalha na área de química medicinal computacional e ressalta a importância da pesquisa "Os métodos computacionais são muito úteis pois nos ajudam a economizar tempo, dinheiro e esforços na identificação das substâncias de que precisamos".
O método permite analisar substâncias para descobrir quais componentes de sua estrutura poderiam ser usados em um novo fármaco com base em um determinado alvo biológico.
É utilizada também uma técnica chamada virtual screening (triagem virtual), através da qual analisa-se um banco de dados de moléculas disponíveis comercialmente na ordem de interação entre elas e o alvo.
Trata-se de uma ferramenta extremamente útil, que agregada ao conhecimento do pesquisador, tem uma alta eficácia.

Veja a notícia na íntegra através do link: http://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-exatas-e-da-terra/pesquisas-ajudam-a-criar-medicamentos-com-tecnicas-de-computacao/


A pesquisa clínica em torno dos medicamentos para HIV

A pesquisa clínica é definida por ser qualquer investigação em seres humanos, objetivando descobrir ou verificar os efeitos farmacodinâmicos, farmacológicos, clínicos e identificar reações adversas ao produto em investigação com o intuito de averiguar sua segurança e eficácia. A inovação na indústria farmacêutica visa descobrir algo novo com propriedades terapêuticas. É uma exigência fundamental das organizações para alcançar o sucesso no mercado, representando, assim, uma vantagem competitiva. Estratégias modernas de planejamento de fármacos se fundamentam no conhecimento da fisiopatologia das doenças, no estudo de vias bioquímicas e na seleção de alvos moleculares. 

O vírus do HIV por exemplo, ainda mata milhões de pessoas no mundo inteiro, não sendo descoberta ainda a sua cura, e as pesquisas para o surgimento de fármacos capazes de combater  o vírus não param, mas o processo é demorado, caro e envolve profissionais capacitados da área da saúde, que dedicam parte do seu tempo a pesquisa. Embora a terapia anti-retroviral moderna apresente grande eficácia e tolerância, ter mais medicamentos disponíveis com diferentes mecanismos de ação dá ao paciente a possibilidade de enquadrar a terapia ao seu bolso e a sua situação específica. Possibilitando assim, uma maior adesão ao tratamento. Pesquisas recentes já indicam fármacos representantes de novas classes, com funcionamentos distintos dos já existentes.


Porém, o desenvolvimento de um fármaco ainda demora muitos anos, já que necessita-se comprovar sua eficácia e sua baixa toxicidade. Os custos de uma pesquisa são altos e no Brasil o investimento existente, ainda pequeno, é realizado por meio das universidades em parceria com alguma indústria que tenha interesse em lançar o produto no mercado.


Deixamos como sugestão de leitura, opções terapêuticas discutidas em uma recente Conferência: https://soropositivo.org/2017/03/20/varios-novos-candidatos-no-pipeline-de-medicamentos-para-hiv-discutidos-na-conferencia/

Obrigada a todos e boa leitura!

23 de março de 2017

Cyclurad: resultados de ensaios humanos visando tratamento de depressão bipolar e suicídio


Cerca de 4% da população adulta mundial sofre de transtorno bipolar e, segundo a Associação Brasileira de Transtorno Bipolar (ABTB), essa prevalência vale também para o Brasil, o que representa 6 milhões de pessoas no país. Aqueles com depressão bipolar são mais de duas vezes mais propensos a cometer suicídio em comparação com os pacientes que têm outras formas de depressão.

Afim de tentar tratar tal transtorno, a empresa farmacêutica de fase clínica NeuroRx apresentou dados da eficácia do Cyclurad em reduzir rapidamente sintomas de depressão e suicídio em pacientes com transtorno bipolar. O estudo aberto em 8 pacientes demonstrou uma redução de 50% nos sintomas de depressão e uma redução de 75% no suicídio em pacientes com depressão bipolar.
A NeuroRx é pioneira numa abordagem de tratamento por etapas em que a administração de cetamina é seguida por uma combinação de D-cicloserina e um estabilizador de humor aprovado pela FDA para manter o efeito da cetamina. Embora a cetamina ainda não seja reconhecida pelo FDA, estes achados obtidos pela NeuroRx trazem esperança para o tratamento de tal transtorno. O próximo passo seria um ensaio clínico em maior escala para analisar se esses achados podem realmente ser confirmados.

22 de março de 2017

Uso de medicamentos off-label ou não licenciados para pediatria em hospital público brasileiro

     
         Devido o limitado uso de medicamentos na pediatria, ocorreu um estudo em um hospital público no nordeste brasileiro, onde foi analisado a indicação terapêutica de pacientes do 1° trimestre de 2012. Segundo a ANVISA, off-label ou não licenciados se caracteriza como sendo o uso que não consta em bula e que é diferente das informações da licença concedida pela Agência para utilização em determinada faixa etária. Por ainda não ser aprovado, se torna uma responsabilidade médica, podendo se tornar um erro médico, mas em grande parte das vezes trata-se de um uso essencialmente correto. Embora não haja proibição, é necessário ter cautela, para garantir benefícios de seu uso nessa faixa etária.
Para a quantificação dos itens off-label, analisou-se cada medicamento das prescrições, separadamente, sendo estes considerados off-label quando a indicação para o qual haviam sido prescritos eram diferentes das informações da licença do produto em pelo menos uma das fontes consultadas (Bulário ANVISA ou MICROMEDEX/FDA). Foram classificados como medicamentos não licenciados aqueles descritos como contraindicados para crianças ou que a segurança e eficácia não foram estabelecidas para a população pediátrica.
Foram observados 77 diagnósticos, prevalecendo diabetes mellitus tipo 1, gastroenterites virais, doenças reumáticas, dermatites e pneumonia.



Ao comparar os medicamentos, a prevalência entre off-label ou não licenciados separando-se os resultados Bulário ANVISA/Bulas MICROMEDEX/FDA, observou-se que que a porcentagem de itens off-label ou não licenciados segundo a ANVISA foi de 3,7% e 5,2% respectivamente, valores inferiores obtidos por meio da base MICROMEDEX/FDA que foram 11,5% e 6,0% (gráfico 1).
Segundo o Bulário ANVISA, o ácido acetilsalicílico foi o medicamento mais prescrito entre os utilizados de forma off-label e o captopril entre os não licenciados. Em relação à base MICROMEDEX/FDA, obteve-se a metoclopramida e captopril, respectivamente.
                Ainda a escassez de estudos farmacológicos relacionados a população pediátrica, devido a falta de interesse das indústrias farmacêuticas ou aos fatores éticos envolvidos, que contribui para ocorrência de reações adversas a medicamentos. Os dados obtidos através dos prontuários demonstram uma prevalência de prescrição de medicamentos off-label ou não licenciados e segurem a necessidade de adoção de medidas que promovam o uso racional de medicamentos para a população pediátrica. O farmacêutico surge como um profissional capaz de colaborar com o uso correto dos fármacos em pediatria, fornecendo informações para a equipe de saúde e contribuindo para uma farmacoterapia mais segura.


http://www.sbrafh.org.br/rbfhss/public/artigos/2013040103BR.pdf Aqui está o link para uma melhor leitura do artigo. 

15 de março de 2017

O ponto de partida para a inovação de fármacos, junto aos avanços na área da pesquisa

         Inicialmente, detalhando os fatos sobre a inovação e o avanço dos fármacos no Brasil, podemos citar dois fármacos, bem relevantes, que foram descobertos ao acaso, como, a Penicilina e o Sildenafil. Logo, ao acaso refere-se ao fato de que em relação ao primeiro medicamento, a descoberta se deu após o médico Fleming, perceber que não teve a inibição do crescimento de cepas Staphillococcus em uma placa de cultura, e sim a posterior contaminação por fungos do gênero Penicillium. Ao contrário, sobre o segundo medicamento citado, por se tratar, anteriormente, de um anti-hipertensivo e não objetivar o efeito desejado, houve uma mudança no seu mecanismo de ação, e por causa dos seus efeitos adversos observados, passou a ser um fármaco de escolha para a disfunção erétil e sendo inibidor da fosfodiesterase. Ambos foram o ponto de partida para o que se caracteriza pesquisa e desenvolvimento de fármacos. A partir desses, desenvolveu-se novas técnicas, por exemplo, de screening das propriedades farmacológicas, e de fármacos mee- to, no qual trata-se de fármacos semelhantes, onde ocorrem apenas modificações nos protótipos que os correspondem.                                                                                                                                                                 
        Se direcionar o assunto para um enfoque em pesquisa e desenvolvimento, ao ler diversos artigos, pode ser devidamente demonstrado que há investimentos nessa área, com intuito de melhor promoção na saúde, de resoluções de problemas para um eficaz mecanismo de ação, com menor efeito colateral e tudo isso unido a um avanço perceptível a nível tecnológico e científico. O fato é que mesmo com todo o progresso nesse campo, se observar em particular o Brasil, percebe-se uma incrível denotação sobre problemas enfrentados na união de pesquisa, que estão muito centradas nas universidades, com a capacidade de produção que se detém, preferencialmente ou exclusivamente, as indústrias. Ocorre, que ambos ainda necessitam de ações governamentais, para que essa união seja facilitada.
     

           Em suma, observa-se que ao passar do tempo, só cresce o interesse pela inovação de novos fármacos e fontes mais promissoras e diferenciadas na área de pesquisa, nos quais possam cada vez mais contribuir para uma melhor eficácia no tratamento e prevenção de doenças. Todavia, ainda há muitos obstáculos a serem percorridos pois, o ambiente de pesquisa, no Brasil, ainda é muito ameno, falta uma contribuição maior de meios de produção para que sejam mais efetivas e colocadas em práticas as novas formulações de fármacos e, também, um maior números de núcleos de pesquisadores para que aja um grande interesse por mais desenvolvimentos de medicamentos diferenciais, inovadores e eficazes. 



Indicamos que após a leitura todos acessem o seguinte link : http://www.cff.org.br/sistemas/geral/revista/pdf/70/011a016_entrevista_dr.pdf, pois trata-se de uma breve entrevista com um farmacêutico renomado ao qual responde, de maneira bem didática, a algumas perguntas referentes ao planejamento e desenvolvimento de novos fármacos: os primeiros passos do Brasil. 

Agradecemos a atenção de todos e boa leitura!

23 de fevereiro de 2017

Olá pessoal, 

Depois de um tempo de inatividade, o Blog Farmacotécnico está retornando. 

Nesta nova etapa, aproveitamos para ampliar os assuntos que serão abordados aqui. Mas claro, além daqueles temas que já vínhamos falando nos posts anteriores, passaremos a falar, comentar e divulgar assuntos, relacionados a inovação, pesquisa e desenvolvimento de fármacos e medicamentos. 

Gostaríamos também de aproveitar a oportunidade para que vocês se sentissem a vontade para fazer sugestões e/ou críticas, para que possamos melhorar e ampliar as discussões sobre a temática do blog. Para que dessa forma, possamos continuar compartilhando e divulgando informações sobre assuntos técnicos e científicos relacionados as áreas de atuação farmacêutica.

Pois como disse Paulo Freire (1996), "...ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção"



Comparação entre técnicas de granulação via úmida: leito fluidizado x alto cisalhamento.

            A granulação pode ser realizada por diferentes tecnologias as quais se diferenciam essencialmente nas metodologias utilizadas e,...