23 de maio de 2020


CORONAVÍRUS X NANOMEDICAMENTOS


Uma pesquisa está sendo realizada com vistas à inovação de fármacos, em escala nanométrica, para conter a pandemia causada pelo SARS-CoV-2. Como participantes deste estudo, estão a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), profissionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

A expectativa do desenvolvimento de um medicamento nesta forma, se dá pela vantagem que esta apresenta de maior especificidade de atuação do fármaco na célula-alvo, ou seja, atingem sítios específicos, o que consequentemente, reduz efeitos colaterais, além de permitir a administração de doses menores, visto que substâncias em escala nanométrica apresentam efeitos maiores, em relação as formas convencionais, na maioria das vezes. O estudo está sendo realizado com fármacos já conhecidos, porém contidos em sistemas nanométricos, como nanoemulsões, nanomicelas e nanopartículas poliméricas, que estão passando por testes in vitro, para posteriormente serem aplicados testes em animais e humanos, respectivamente. Além disso, a pesquisa está voltada para o desenvolvimento de dois nanossistemas, um para ser utilizado em pacientes que apresentarem sintomas leves da doença e outro para indivíduos que apresentarem sintomas graves, como o comprometimento respiratório.
REFERENCIAS:

1.     1.  FOLHA VITÓRIA: Saúde. Nanotecnologia pode ser arma contra o novo coronavírus, Espírito Santo, 21 abr. 2020. Disponível em: https://www.folhavitoria.com.br/saude/noticia/04/2020/nanotecnologia-pode-ser-arma-contra-o-novo-coronavirus. Acesso em: 15 maio 2020.

2.     2.  CCS/CAPES. Fundação CAPES. Nanotecnologia contra COVID-19, Brasília, 17 abr. 2020. Disponível em: https://www.capes.gov.br/36-noticias/10274-nanotecnologia-contra-covid-19. Acesso em: 15 maio 2020.

20 de maio de 2020

Medicamentos Biossimilares



Ao contrário do genérico, o biossimilar não é idêntico ao fármaco de referência, devido à complexidade e à variabilidade biológica e ao fato de o processo de fabricação do biofármaco ser diferente dependendo do fabricante. O princípio ativo, no entanto, é o mesmo entre ambos.
Como o princípio ativo já foi testado no desenvolvimento do fármaco de referência, a efetividade e a segurança dos biossimilares estariam supostamente garantidas. Alguns estudiosos, porém, não estão convencidos de que os testes realizados, que buscam assegurar a proximidade entre os medicamentos originais e suas cópias, são suficientes para mostrar que os biossimilares trazem os mesmos benefícios dos fármacos biológicos.
A troca automática de um medicamento biológico por um biossimilar ao longo de tratamentos de doenças no SUS foi criticada por médicos e pacientes. “Estamos num limbo regulatório e, por isso, muitas vezes a troca é feita por aspectos financeiros, não técnicos”, informou o médico Valdair Pinto, consultor em medicina farmacêutica e pesquisa clínica.
Como são poucos os produtos biossimilares registrados, além de ainda restritos e caros, a Anvisa adverte que, além das provas realizadas em laboratório, haja acompanhamento do paciente após a troca ou substituição, para verificar se há falha no tratamento ou inconformidade.


19 de maio de 2020

Ervas Antivirais para Fortalecer a Imunidade



Equinácea
A equinácea, possui propriedades anti-inflamatórias, sendo assim, ela é uma erva antiviral poderosa. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, Estados Unidos, concluíram que o consumo da planta pode atenuar as chances de desenvolver resfriado comum em mais de 58% dos casos. Além disso, o estudo, divulgado na revista científica The Lancet Infectious Diseases, alega que a equinácea reduziria em até quatro dias a duração do resfriado.

Calêndula
A calêndula é cheia de benefícios, como a proteção do sistema imunológico. Essa planta medicinal é anti-inflamatória, rica em vitaminas e antioxidantes, como o betacaroteno. Por isso, ajuda a proteger o corpo da ação de vírus.

Unha de gato
A erva unha de gato possui propriedades medicinais e é notória por sua ação antiviral.

Alho
É excelente remédio para todos os tipos de infecções, principalmente as do aparelho respiratório. O alho também combate a proliferação de bactérias e vírus. Eficaz contra o resfriado, a gripe, as infecções de ouvido, o alho ajuda também a reduzir o muco. Pode ser consumido junto com antibióticos, para dar suporte às suas ações, e é especialmente indicado em caso de tosse persistente e bronquite. Além disso, contém vitaminas A, C e E, que reforçam o sistema imunológico.

Hissopo
Tem efeito benéfico no tratamento de infecções respiratórias. Usado em forma de chá, é um forte expectorante, que alivia os sintomas da congestão e da tosse, já que fluidifica as secreções brônquio-pulmonares. Pode também ajudar a reduzir a febre.

Alcaçuz
A raiz do alcaçuz dá suporte ao sistema imunológico e inibe diversos vírus. Além disso, reduz as irritações da garganta e a congestão pulmonar. É usada também para combater a tosse e os problemas dos brônquios. O alcaçuz é uma das ervas mais receitadas na Europa para o tratamento de gripes e resfriados.


Mais informações em:

CORRIDA CONTRA O COVID-19


                                  CORRIDA CONTRA O COVID-19








              A diretora de Patentes, Liane Lage, afirma que os pedidos para liberação de patentes ajuda na busca por tratamentos para o covid-19.
 A corrida é muito grande para salvar o mundo, pois como o desenvolvimento de uma molécula pode demorar até 10 anos, a liberação de patentes ajudara na pesquisa entre os medicamentos já existentes e certamente haverá um melhor para o covid.
          Em 15/05/20 O laboratório Gilead abriu mão da patente do medicamento REMDESIVIR, o qual apresentou resultados positivos para o tratamento do covid, conseguindo reduzir a internação de pacientes com covid-19 em até 4 dias. O acordo de liberação da patente é valido durante a pandemia, ou até surgir uma vacina ou medicamento eficaz. Gilead autorizou empresas na Índia e Paquistão a produzir genéricos a fim de que aumentem a produção rapidamente e comecem vender para 127 países, nos quais não está incluído o Brasil. A explicação consiste em que os produtos gerados por essa licença irão ser voltados aos países de baixa renda e como o Brasil é considerado um país de renda média, segundo o banco mundial, acaba não se enquadrando.
Interessante salientar que a renda dos Estados Unidos não foi levada em consideração pela Gilead e foram doados 1,5 milhão de doses do remédio ao país mais rico do mundo. Isso tem a ver com o marketing da Gilead nos EUA, por terem aprovado o uso emergencial da patente do REMDESIVIR.
          Em nosso país cada dose do medicamento custa R$ 2,6mil por paciente e com o sistema de saúde a beira do colapso, seria quase impossível, a compra do medicamento. Importante lembrar, que apesar das muitas dificuldades no âmbito da saúde, o medicamento REMDESIVIR também pode não vir a ser o tratamento oficial pra o covid-19 e esse cenário de procura poderá continuar a se repetir.

Para maiores informações acesse o site:


17 de maio de 2020

CONHECENDO UM POUCO SOBRE O TCLE


 Nas diferentes fases da pesquisa clínica os produtos estudados são testados em seres humanos, e para isso acontecer existem certas regras a serem seguidas. A RESOLUÇÃO Nº 466, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2012, determina as regulamentações de pesquisas envolvendo seres humanos. Nela há, dentre outros tópicos, as especificações do processo de consentimento livre e esclarecido.
As pessoas submetidas ao experimento devem ser legalmente capazes de dar consentimento, isto é, devem exercer o livre direito de escolha, sem qualquer intervenção de elementos de força, fraude, mentira, coação, outra forma de restrição e devem ter conhecimento suficiente sobre aspectos relevantes do estudo para tomarem sua decisão.
Em todo estudo clínico é necessário que o paciente ou representante legal leia, entenda e assine um documento chamado: Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Nele devem constar alguns dados fundamentais e necessários para a compreensão por parte do paciente ou representante legal. Apesar de em alguns casos os pacientes relatarem dificuldades na sua interpretação.
Segundo a RESOLUÇÃO:
“O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido deverá conter, obrigatoriamente:
A) justificativa, os objetivos e os procedimentos que serão utilizados na pesquisa, com o detalhamento dos métodos a serem utilizados, informando a possibilidade de inclusão em grupo controle ou experimental, quando aplicável;
B) explicitação dos possíveis desconfortos e riscos decorrentes da participação na pesquisa, além dos benefícios esperados dessa participação e apresentação das providências e cautelas a serem empregadas para evitar e/ou reduzir efeitos e condições adversas que possam causar dano, considerando características e contexto do participante da pesquisa;
C) esclarecimento sobre a forma de acompanhamento e assistência a que terão direito os participantes da pesquisa, inclusive considerando benefícios e acompanhamentos posteriores ao encerramento e/ ou a interrupção da pesquisa;
D) garantia de plena liberdade ao participante da pesquisa, de recusar-se a participar ou retirar seu consentimento, em qualquer fase da pesquisa, sem penalização alguma;
E) garantia de manutenção do sigilo e da privacidade dos participantes da pesquisa durante todas as fases da pesquisa;
F) garantia de que o participante da pesquisa receberá uma via do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido;
G) explicitação da garantia de ressarcimento e como serão cobertas as despesas tidas pelos participantes da pesquisa e dela decorrentes; e
H) explicitação da garantia de indenização diante de eventuais danos decorrentes da pesquisa.”
Tendo em vista a importância do TCLE em pesquisas clínicas e a discussão sobre o assunto ainda ser muito reduzida, percebemos a necessidade de abordar este assunto, que é peça chave para todo o processo de pesquisa clínica. 

Para mais detalhes acesse a Resolução n° 466: 



16 de maio de 2020

Anticoagulante pode reverter casos de pacientes com Covid-19 em estado grave.


 Não é a cura, mas pode ser um tratamento para melhorar as complicações causadas pelo vírus.




Um medicamento anticoagulante poderá salvar a vida de pacientes com a síndrome de dificuldade respiratória aguda, principal complicação da Covid-19, associada aos óbitos pela doença. Uma pesquisa conduzida no Hospital Sírio-Libanês de São Paulo com 27 pessoas constatou que o uso da heparina, remédio indicado para prevenir trombose, reduziu o tempo de internação e de intubação, mostrando-se uma estratégia promissora para os casos graves da enfermidade.
A pesquisa foi idealizada pela pneumologista Elnara Marcia Negri, do Sírio-Libanês e da Universidade de São Paulo (USP). Ela conta que a idéia partiu quando ela atendeu a primeira paciente com Covid-19. Era uma idosa que apresentava dificuldade para respirar, além de começar a apresentar cianose nas extremidades. “Era um dedinho roxo, concomitante a um quadro de queda abrupta na oxigenação.” O pulmão insuflava facilmente, mas parecia não estar recebendo oxigênio suficiente. Como ela já estava com trombose no dedo, os médicos decidiram pela medicação anticoagulante.
Cerca de seis horas depois, a paciente já respirava bem, a oxigenação havia voltado ao normal e a pele estava rosa. A partir dessa experiência, Negri conversou com patologistas do Hospital das Clínicas da USP que vinham realizando necrópsias em vítimas da Covid-19. Os médicos relataram que observaram microcoágulos nos vasos sanguíneos em várias partes do corpo dos cadáveres.
Citocinas em excesso
As lesões verificadas nos vasos sanguíneos dos pacientes são, de acordo com o estudo de São Paulo, condizentes com a hipótese da tempestade de citocinas, que vem sendo associada à falência de órgãos dos pacientes com a forma grave da doença. Citocinas são importantes substâncias produzidas naturalmente pelo corpo, como forma de combate a agentes externos perigosos, como vírus. Porém, por motivos ainda desconhecidos, em algumas pessoas, o Sars-Cov-2 desencadeia uma resposta extremamente agressiva, com aumento dessas proteínas.
As tempestades também foram observadas em pacientes que morreram de Sars e Mers, doenças causadas por coronavírus semelhantes ao causador da Covid-19. O aumento dessas citocinas provoca inflamações que produzem microcoágulos nos vasos sanguíneos. Com isso, órgãos vitais, como pulmões, deixam de receber sangue e oxigênio, o que provocaria a falta de ar característica da forma grave da doença.
A médica esclarece que o tratamento com heparina não é usado indiscriminadamente. “A gente está usando em todos os pacientes que, pelo sexto ou sétimo dia de internação, apresentam essa hipercoagulação que temos observado, e quando começam a baixar a oxigenação sanguínea. Nesse momento, entramos com o anticoagulante.” Ela, porém, ressalta: “Isso não é a cura da Covid-19. É um tratamento das complicações que o vírus traz quando invade o organismo.”
Referênias:

Anticorpo capaz de parar o novo coronavírus é encontrado em lhamas


               



                Cientistas belgas e norte-americanos fizeram uma nova descoberta, um anticorpo capaz de se conectar ao vírus causador do covid-19 e paralisar sua ação evitando que infecte as células humanas.
                O anticorpo isolado pelas equipes de Saelens e McLellan é encontrado na lhama, um mamífero que vive na América do sul. O ataque do novo coronavirus é impedido especificadamente porque esse anticorpo se liga na proteína S (ou proteína da espícula) a parte que o vírus utiliza para entrar nas células. Outro ponto positivo é que esse anticorpo poderia ser produzido facilmente em larga escala por processos comuns na indústria farmacêutica.
                Até o momento só foram feitos testes laboratoriais, devido aos resultados positivos a equipe já planeja iniciar os testes pré- clínicos em animais.




FONTE: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2020/05/06/interna_ciencia_saude,852127/anticorpo-capaz-de-parar-o-novo-coronavirus-e-encontrado-em-lhamas.shtml

14 de maio de 2020

CORONAVÍRUS: 182 BRASILEIROS DISPOSTOS A SE INFECTAR PARA TESTAR VACINA



Quase duas centenas de brasileiros estão dispostos a se infectar voluntariamente com o novo coronavírus em possíveis testes de vacina. Plataforma internacional, chamada 1 Day Sooner, está recebendo cadastro de pessoas que se declaram interessadas em contribuir com a cura para a Covid-19.
Para o desenvolvimento de qualquer tipo de vacina, os cientistas precisam percorrer diversas fases. Entre elas está a pesquisa básica – que é o levantamento do tipo de vacina que pode ser feita – seguida por testes pré-clínicos, que podem ser in vitro ou em animais e que servem para demonstrar a segurança do produto. Depois, há os ensaios clínicos, que ainda podem se desdobrar em outras quatro fases. Uma das mais demoradas é exatamente o teste em humanos.
De acordo com o G1, os pesquisadores avaliam que os riscos de infectar voluntários com Covid-19 seriam amenizados se os testes fossem feitos em pessoas que não estão em grupos de risco “O risco pode ser aceitável se forem feitos testes em adultos jovens e saudáveis, com risco relativamente baixo de doenças graves após infecção natural e se, durante o desafio, eles receberem monitoramento frequente e, após qualquer infecção, os melhores cuidados disponíveis”.
“O mundo precisa dessas ferramentas e precisa delas rapidamente”, adicionou Ghebreyesus e completou: “Estamos enfrentando uma ameaça comum que só podemos derrotar com uma abordagem comum.

Para mais informações, segue disponível:


13 de maio de 2020

OMS: Posicionamento sobre a vacina BCG e COVID-19.


           Ensaios clínicos que abordam a questão da vacina conhecida por neonatos contra a tuberculose já estão em andamento para um possível tratamento para o novo coronavírus. Não há evidencias que comprovem que a vacina Bacille Calmette-Guérin  (BCG) tenha eficácia contra o COVID-19, na ausência dessas evidencias, a OMS não recomenda a vacinação para prevenção do vírus, seguindo apenas com a recomendação para a vacinação neonatal em países com alta incidência de tuberculose.


           Existem estudos e evidências experimentais que afirmam que a vacina tem alguns efeitos inespecíficos no sistema imunológico, esse estudo foi realizado em animais e humanos. A relevância de tais efeitos ainda é desconhecida.

           Em abril de 2020, a OMS atualizou sua revisão de evidências, essa revisão produziu algumas impressões em que os autores compararam a incidência de casos de COVID-19 em países onde a vacina BCG é usada com países onde não é usada, observando que os países que usavam rotineiramente a vacina em neonatos tinham menos casos relatados de COVID-19.

Para conferir o posicionamento da organização mundial da saúde na íntegra, clique neste link

Bioisenção baseada no sistema de classificação biofarmacêutica (SCB)




A bioisenção baseada no sistema de classificação biofarmacêutica é aplicada
a medicamentos genéricos e similares, bem como a medicamentos novos, orais de
liberação imediata que contenham fármacos presentes na Instrução Normativa nº 4 de 3 de
agosto de 2011 , formulados com excipientes que não apresentem
impacto sobre a biodisponibilidade e que apresentem rápida dissolução in vitro.
A alta solubilidade poderá ser demonstrada com dados próprios da
requerente ou artigos científicos de revistas indexadas, desde que as condições
experimentais satisfaçam todos os requisitos técnicos dispostos na  Resolução.
Um fármaco será considerado altamente solúvel se sua maior dose
administrada oralmente como uma formulação de liberação imediata (dose máxima por
administração descrita em bula) solubiliza-se completamente em até 250 ml de cada uma
das soluções tampão utilizadas dentro da faixa de pH fisiológico (1,2 a 6,8), a 37 ± 1ºC.
 Deverão ser testadas, no mínimo, três condições de pH (1,2; 4,5 e 6,8),
utilizando-se, no mínimo, três repetições para cada condição, devendo o coeficiente de
variação (CV%) ser menor que 5% . Caso o número de amostras utilizado
seja maior do que três , todas as amostragens deverão ser consideradas no cálculo do
desvio médio. Os medicamentos de teste e de referência a serem submetidos ao estudo de
dissolução deverão, inicialmente, ser analisados preferencialmente segundo sua
monografia descrita na Farmacopéia Brasileira ou em outros compêndios autorizados pela
legislação vigente, seguindo a Resolução RDC nº 31/10, que dispõe sobre a realização dos
estudos de equivalência farmacêutica e de perfil de dissolução comparativo, e suas
alterações posteriores. Caso sejam utilizados excipientes que comprovadamente afetam a
biodisponibilidade dos fármacos (como, por exemplo, sorbitol, manitol, maltitol, laurilsulfato
de sódio, etoxilato de óleo de rícino, polissorbato 80 e outros), o medicamento teste deverá
conter, no que diz respeito a esses excipientes, qualitativamente os mesmos do
medicamento de referência e em quantidade compatível com a função pretendida na forma
farmacêutica.
Mais informaçõe em:

12 de maio de 2020


O cenário mundial de radiofármacos emissores de pósitrons para diagnóstico e estadiamento de câncer de próstata em medicina nuclear.

Num contexto atual a incidência do câncer de próstata (CaP) é mais comum em homens na faixa etária entre cinquenta e sessenta anos. O CaP caracteriza-se pelo aumento de volume da próstata, acompanhado de alguns sinais e sintomas. O diagnóstico tardio pode levar ao aparecimento de metástases sistêmicas. Sendo assim, a análise precoce e a resposta ao tratamento no CaP são um grande desafio para os profissionais da área em todo o mundo. A avaliação dos estágios desta patologia pode ser confirmada através do toque retal, dosagem do PSA (Antígeno Específico Prostático), ultrassonografia abdominal e transretal, biópsia, tomografia computadorizada e ressonância magnética da pélvis. Mas mesmo assim com grandes avanços nas tecnologias de diagnóstico por imagem, existem limitações em relação ao diagnóstico, como a verdadeira estimativa do estadiamento e, portanto, do prognóstico da doença. Então o uso da ressonância magnética no diagnóstico da lesão primária e sua relação com estruturas adjacentes na pelve, por exemplo, é limitada na detecção da verdadeira lesão index, no estadiamento loco-regional e sistêmico da doença. Assim, se faz necessário o uso de outros métodos e técnicas que possam complementar o diagnóstico, especialmente onde existem limitações clínicas. Essas alternativas de diagnóstico para CaP tem sido apresentada pela medicina nuclear. O PET/CT (Positron Emission Tomography and Computed Tomography) e mais recentemente o PET/RM (Positron Emission Tomography and Magnetic Ressonance) tornam a medicina nuclear uma ferramenta muito importante no diagnóstico e estadiamento do câncer de próstata. A Tomografía por Emissão de Pósitrons (PET, sigla em inglês) acoplada a uma Tomografia Computadorizada (CT, sigla em inglês), ou PET/CT, é um método de imagem que associa a informação do metabolismo (funcional) à informação anatômica. Isto permite a realização de imagens de fusão e uma localização mais acurada da lesão ou alteração investigada. Este método é de suma importância na Oncologia, para o diagnóstico, o estadiamento e o acompanhamento do tratamento de diversas neoplasias, sendo atualmente o 68Ga-PSMA-11 o radiofármaco mais utilizado em estadiamento de CaP e reincidente bioquímica.


9 de maio de 2020


NANOTECNOLOGIA FARMACÊUTICA APLICADA AO TRATAMENTO DA MALÁRIA





A malária é uma doença parasitária, causada pelo protozoário do gênero Plasmodium, e transmitida ao ser humano pelo sangue, através da picada do mosquito do gênero Anopheles, transfusão sanguínea, ou ainda pelo compartilhamento de seringas contaminas com o parasita. Estima-se que haja, em média, 400 milhões de casos clínicos e cerca de 3 milhões de mortes anualmente, por malária, no mundo. Dentre as quatro espécies que infectam o ser humano, três delas (P. vivaxP. malariae e P. ovale) apresentam quadros febris com duração característica de cada uma, bem como particularidades nos quadros clínicos, já a quarta espécie (P. falciparum) é responsável por parasitemias e, consequentemente, pela maioria dos casos que evoluem para óbito. Isto ocorre, porque a parasitemia atinge todas as hemácias com receptores para glicoforina, se instalam rapidamente, induzindo a formação de proeminências nas membranas dessas células, resultando na obstrução vascular, hipoxia tecidual e/ou necrose isquêmica. Em todas as manifestações, a ruptura das hemácias resulta em anemia e, de forma concomitante, a liberação do pigmento malárico. As hemácias lesadas e o pigmento malárico, são removidos do sangue por fagocitose, induzindo assim, a esplenomegalia e o aumento anormal do fígado.
         Os problemas relacionados ao tratamento, se dá pela difícil adesão terapêutica do paciente, por fatores como: a utilização de dois ou mais medicamentos, efeitos adversos intensos como náuseas e vômitos, o baixo índice terapêutico desses fármacos e interações medicamentosas. Além disso, é necessário levar em consideração, a resistência do mosquito transmissor aos inseticidas, a resistência do Plasmodium aos medicamentos antimaláricos e as condições sócio econômicas das populações. Entretanto, estudos para o desenvolvimento de vacinas e medicamentos antimaláricos, utilizando nanotecnologia, tem se mostrado eficaz para o tratamento desta doença, com o intuito de controlar a liberação de fármacos de modo a aumentar o tempo de ação dessas substâncias no organismo, a utilização de antimaláricos considerados tóxicos na forma convencional, e ainda direcionando o fármaco para sítios específicos de células-alvo, por meio da encapsulação dos ativos em nanoestruturas como lipossomas, nanopartículas e micropartículas, e em relação as vacinas, prolongar o tempo de duração e elevar o número de anticorpos específicos no organismo. 

           Algumas pesquisas desenvolvidas, que comprovaram a validade dessa estratégia:

1998: foi desenvolvida formulações lipossômicas contendo artemeter, uma substância semi-sintética, derivada de artemisinina, efetivo contra o P. falciparum resistente a certos antimaláricos.Dentre as formulações desenvolvidas, a composta por dipalmitoilfosfatidilcolina (DPPC), diberenoilfosfatidilcolina (DBPC), colesterol e artemeter, foi a selecionada para ensaios in vivo, utilizando coelhos machos, que receberam os lipossomas por via oral e intravenosa. Os resultados mostraram um aumento significativo da biodisponibilidade do fármaco, quando administrado em lipossomas por via oral (97,91%), comparado com os 31,83% quando administrado sob a forma de suspensão oral. E o artemeter em lipossomas administrados por via intravenosa, resultou em aumento no tempo de meia-vida, quando comparado com aqueles de outros derivados da artemisinina, como a própria artemisinina e o artemeter.”


2006: foi realizado outro estudo, onde foram desenvolvidas nanocápsulas, para o encapsulamento do fosfato de cloroquina, essas partículas apresentaram “reduzida capacidade hemolítica, reduziram o nível de trofozoítos jovens em cultura de P. falciparum e prolongaram a permanência da cloroquina no sangue de ratos, em estudos de biodistribuição após administração intravenosa, sem que efeitos adversos tenham sido observados.”


1997: foram desenvolvidas microesferas, contendo desferrioxamina (DFO), um agente quelante de ferro com atividade antimalárica in vitro e in vivo, impedindo o acesso do parasita ao ferro, que é um elemento essencial para seu desenvolvimento. O DFO apresenta tempo de meia-vida curto, entretanto utilizado em micropartículas, sua biodisponibilidade foi alterada. “De fato, a formulação de micropartículas apresentou taxa de encapsulamento superior a 70%, perfil cinético caracterizado por rápida liberação inicial, seguida de taxa marginal de liberação controlada.”


No caso das vacinas, o objetivo é a “associação das vacinas com adjuvantes, que permitam estímulo da resposta imune com níveis de anticorpos elevados por período de tempo prolongado.” Um teste realizado em 1996, com microesferas biodegradáveis, como adjuvante para um peptídeo sintético da malária, o P30B2, realizado com camundongos, levou a resultados satisfatórios, demonstrando a propriedade dessa nanoestrutura em induzir a produção de anticorpos e o seu potencial em prolongar os níveis de anticorpos por períodos de até 45 semanas.

Referência:
PIMENTEL, L. F.; JÚNIOR, A. T. J.; MOSQUEIRA, V. C. F.; MAGALHÃES, N. S. S. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas. Nanotecnologia farmacêutica aplicada ao tratamento da malária, São Paulo, v. 43, ed. 4, out/dez 2007. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1516-93322007000400003&script=sci_arttext. Acesso em: 1 maio 2020.

6 de maio de 2020

Plantas com Propriedades Antivirais

Plantas medicinais ou fitoterápicos: saiba diferenciá-los - Guia ...

Alternativas à medicina tradicional se popularizam cada vez mais, conseqüentemente aumentando a busca por tratamentos naturais como a fitoterapia. A prática manipula ervas para redução de sintomas e cura de doenças, dentre elas, as causadas por vírus, sem a combinação de substâncias químicas vistos nos alopáticos, por exemplo. A idéia de usar plantas para tratar doenças obviamente não é ruim, estima-se que aproximadamente 40% dos medicamentos atualmente disponíveis foram desenvolvidos direta ou indiretamente a partir de fontes naturais, como a aspirina.
É importante ressaltar que a fitoterapia focaliza-se o funcionamento do sistema imunológico através de conceitos básicos sobre a imunidade inata e a imunidade adaptativa e ainda sobre a regulação do sistema imunológico através do seu uso. Mas apesar de parecer uma prática inofensiva, alguns cuidados são necessários.
“Diferente dos remédios sintéticos, o fitoterápico tem tradição de uso (o que dá embasamento para maior segurança e eficácia), composições químicas complexas (com efeitos geralmente sinérgicos e protetores), e atua geralmente de modo mais suave e com menores efeitos colaterais e adversos”, explica Luis Carlos Marques, farmacêutico e coordenador da Comissão Assessora de Plantas Medicinais e Fitoterápicos do CRF (Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo).
Mesmo sendo menores seus efeitos ou muitas vezes até nulos, sabe-se que deve ser orientado, e o farmacêutico tem seu importante e indispensável papel.


Mais informações em:

Grupo cria plataforma para disponibilização gratuita de patentes para combate ao COVID-19


     
     Através da criação da plataforma Open COVID Pledge se espera convocar empresas multinacionais a se comprometerem com a remoção dos obstáculos que envolvem direitos autorais e propriedade intelectual, visando a destruição de barreiras para criação de novas tecnologias que buscam conter os avanços da pandemia. 
     Acessando a plataforma Open COVID Pledge é possível retirar duvidas e se informar sobre como fazer parte dessa ação. Várias empresas, de diversas áreas do conhecimento já estão comprometidas com essa causa, autorizando o uso de sua propriedade intelectual para combater o Covid-19 de forma livre e gratuita. Essa promessa é por tempo determinado, obedecendo condições previamente estabelecidas.
    Podem se comprometer com a disponibilização de patentes os indivíduos, instituições, empresas e outras organizações que detêm direitos de propriedade intelectual. Para organizações, o promotor deve ter autoridade legal para comprometer a organização.
     Com a diminuição da burocratização em tempos de pandemia, se espera encontrar mais rapidamente a solução para esse problema. Hoje, mais que nunca, é preciso que haja a disseminação do conhecimento para a produção de novas tecnologias.


Para maiores informações acesse o link:
https://siqueiracastro.com.br/covid-19/grupo-cria-plataforma-para-disponibilizacao-gratuita-de-patentes-para-combate-ao-covid-19/
E a plataforma Open COVID Pledge: www.opencovidpledge.org

5 de maio de 2020

Medicamentos Biológicos: Uso de plasma no tratamento do COVID-19




Terapias derivadas do plasma são medicamentos cruciais que salvam vidas, dos quais milhares de pessoas com doenças raras e complexas dependem diariamente no mundo inteiro. A demanda global por essas terapias, particularmente imunoglobulinas, aumentou muito nos últimos 15 anos e continua crescendo.
Gigante na indústria farmacêutica, a japonesa Takeda com mais de 75 anos na produção de terapias derivadas do plasma, está estabelecida como uma das três maiores companhias globais com capacidades de ponta a ponta que cobrem a cadeia de valor do plasma, do doador ao paciente.
Como era de se esperar neste momento o qual passamos por uma pandemia, a Takeda anunciou que está desenvolvendo um medicamento contra o novo coronavírus e está discutindo com várias agências nacionais de saúde, órgãos reguladores e parceiros de assistência médica nos EUA, Ásia e Europa para acelerar rapidamente a pesquisa e lançamento do TAK-888, pois isso requer acesso ao plasma de pessoas que se recuperaram com sucesso do COVID-19 ou que foram vacinadas, após o desenvolvimento da vacina. Esses doadores convalescentes desenvolveram anticorpos para o vírus que poderiam minimizar a gravidade da doença em pacientes com COVID-19 e possivelmente preveni-la.
O tratamento será derivado do plasma sanguíneo. Globulina hiperimune policlonal anti-SARS-CoV-2 (H-IG). As globulinas hiperimunes são terapias derivadas do plasma que anteriormente demonstraram ser eficazes no tratamento de infecções respiratórias virais agudas graves.
O H-IG funciona concentrando os anticorpos específicos de patógenos do plasma coletado de pacientes recuperados ou de doadores vacinados no futuro. A transferência de anticorpos para um novo paciente pode ajudar o sistema imunológico dessa pessoa a responder à infecção e aumentar sua chance de recuperação.
A empresa afirma que mesmo com os avanços científicos que revelaram o valor das terapias com plasma até o momento, ainda há um potencial terapêutico significativo não realizado no plasma.
"As terapias derivadas do plasma são medicamentos essenciais que salvam vidas, dos quais milhares de pessoas com doenças raras e complexas dependem todos os dias ao redor do mundo", disse o Dr. Chris Morabito, chefe de pesquisa e desenvolvimento da unidade de negócios de terapias derivadas de plasma da Takeda.

"Nossa herança, combinada com nossa amplitude, experiência e capacidades, posiciona a Takeda de forma exclusiva para realizar o potencial de terapias derivadas de plasma, como o TAK-888".

Para mais informações, acesse os links abaixo: 
https://pfarma.com.br/noticia-setor-farmaceutico/estudo-e-pesquisa/5188-takeda-plasma-medicamento-coronavirus.html
https://www.takeda.com/pt-br/o-que-fazemos/produtos/
https://www.takeda.com/pt-br/o-que-fazemos/areas-foco/terapias-derivadas-do-plasma/

2 de maio de 2020

Cientistas analisam quais proteínas podem agir contra o coronavírus



Cientistas analisam quais proteínas podem agir contra o ...
Nevan Krogan, biólogo molecular da Universidade da Califórnia e principal autor do estudo

Buscando uma maneira alternativa de combate ao Sars-Cov-2, um grupo de 120 cientistas norte-americanos e europeus conseguiu reconhecer 47 medicamentos já disponíveis nas farmácias, sem obrigação de receita, e que tenham um considerável potencial que afeta as moléculas do corpo humano evitando que o novo coronavírus consiga agir.
            Visto que o desenvolvimento de uma nova droga especifica para este vírus pode demorar anos estes cientistas resolveram focar nos genes humanos e avaliar quais proteínas conseguiriam ser estimuladas provocando uma ação contra o agente responsável da Covid-19.
            Isso se consiste no fato de que o vírus precisa usar nossas células para sua sobrevivência e também para sua replicação, então encontrando alguma substância que impeça que o micro-organismo consiga usar o hospedeiro por consequência não terá como iniciar sua cadeia infecciosa.
            Conciliando a biologia e a informática foi possível desenvolver um modelo computacional com 332 proteínas humanas das quais o vírus depende para infectar as células e se replicar. Após, os pesquisadores avaliaram quais os medicamentos já comercializados ou que estão em fase avançada de desenvolvimento poderiam atingir esses genes e impedir que eles fossem usados pelo Sars-Cov-2.
            O modelo computacional demonstrou que 66 dessas proteínas são sensíveis a 69 compostos que hoje fazem parte de 29 medicamentos já aprovados pela Food and Drug Adminstration (FDA) e 40 estão em fase de ensaio clínico (em humanos) ou pré-clínicos (com animais). A partir destes dados os cientistas começaram a pesquisar, em laboratório, o efeito das substâncias identificadas na interação do vírus com as células humanas.
            Primeiramente, foi introduzido o coronavírus nas células humanas em cultura. Já dentro delas, as proteínas virais se ligaram a proteínas humanas específicas, — como normalmente acontece numa infecção. Depois de identificar as estruturas do hospedeiro usadas pelo Sars-Cov-2, os pesquisadores concluíram que 69 moléculas aparentavam ser mais promissoras para evitar o mecanismo. Sendo que 47 demonstraram eficácia.
            Dentre os medicamentos considerados eficazes para bloquear a interação do vírus com as células estão os inibidores da tradução de proteínas e compostos que modulam os receptores Sigma1 e Sigma2 encontrados em drogas hormonais, antipsicóticos, ansiolíticos, antidepressivos e anti-histamínicos. Os efeitos antivirais mais fortes in vitro foram constatados em uma droga que atualmente esta em ensaios clínicos para câncer de pâncreas, outra já aprovada pela FDA para o tratamento de mieloma múltiplo, em um antipsicótico usado no tratamento da esquizofrenia, também em dois potentes anti-histamínicos , assim como num hormônio feminino, mas em menor grau. Outro medicamento com esse mecanismo que está em fase pré-clínica teve atividade antiviral aproximadamente 20 vezes maior do que a hidroxicloroquina comentada em outros estudos.  A cloroquina que tem causado  polemica também teve resultados eficazes nesta pesquisa porem  usa-la seria de grande risco pelos seus efeitos negativos na função cardíaca e também porque em alguns casos ocorreram mortes pelo seu uso.
            Os pesquisadores alertam, que os estudos não foram realizados em humanos ainda, e que ninguém deve comprar os remédios mostrados no artigo para automedicação. O próximo passo seria investigar melhor estes resultados para em seguida iniciar os testes clínicos.

1 de maio de 2020

Estados Unidos autorizam uso do Remdesivir contra o Covid-19


                                                        Fonte da imagem
Um dos medicamentos que vem sendo estudados para o tratamento de Covid-19 é o Remdesivir. Inicialmente desenvolvido para o tratamento de ebola, trata-se de um antiviral de amplo espectro que mostrou ação in vitro contra SARS-CoV-2.
Na última quinta-feira,30, a biofarmacêutica Gilead se posicionou publicamente sobre os mais recentes resultados positivos de estudos com este medicamento no tratamento de pacientes com Covid-19. Estes estudos mostram que os pacientes com a doença que receberam o medicamento recuperaram-se mais rapidamente do que os pacientes semelhantes que receberam placebo.
Hoje (sexta-feira, 1) a FDA, agência americana que regula medicamentos, autorizou o uso emergencial do Remdesivir para tratamento de pacientes com Covid-19. Vale ressaltar que a autorização emergencial concedida não equivale a uma aprovação formal do medicamento. Quando há uma emergência de saúde pública, a agência está autorizada a aprovar certos medicamentos ou testes para atender à essa emergência se não houver outras alternativas. É o caso do novo coronavírus, uma vez que até o momento não foi comprovado nenhum medicamento que seja eficaz contra o vírus.

Para saber mais:

Comparação entre técnicas de granulação via úmida: leito fluidizado x alto cisalhamento.

            A granulação pode ser realizada por diferentes tecnologias as quais se diferenciam essencialmente nas metodologias utilizadas e,...