18 de março de 2018

Brasil questiona requisitos para patente de cura da hepatite



     Como sabemos, a hepatite C é uma infecção causada por um vírus que ataca o fígado e provoca inflamação. Este vírus, HCV, é a maior causa de hepatite crônica no mundo, sendo transmitido pelo contato direto do sangue ou seus derivados contaminados. É uma doença silenciosa, raramente causa sintomas e só se descobre com um teste especifico.


    Em média 20% das pessoas que tem a doença crônica, desenvolvem cirrose, e destas, 25% podem evoluir para o câncer de fígado. É uma questão de saúde pública mundial.

     Existe, hoje, no mercado um medicamento, Sofosbuvir ou Sovaldi (nome comercial), que combinado a outras drogas, eleva as chances de cura para 90%. A empresa responsável, pela produção do medicamento, é a Gilead Sciences, uma empresa americana que detém a patente do medicamento.     Quando uma empresa detém a patente de um medicamento, significa que somente ela poderá, por um período de 20 anos, produzir e vender o medicamento. Passado este período qualquer empresa pode comercializar, geralmente, com um preço menor do que o produto original.
     O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), que é o órgão do governo brasileiro que analisa os pedidos de patentes, rejeitou alguns requisitos da patente do medicamento no Brasil; não quer dizer que a patente foi recusada, mas se no futuro o pedido for recusado, outras empresas poderão fabricar e vender o medicamento a um preço mais acessível a população. 
Para mais informações acesse:
https://epoca.globo.com/saude/check-up/noticia/2017/09/brasil-questiona-requisitos-para-patente-de-cura-da-hepatite-c.html
     



6 comentários:

Unknown disse...

Acho o assunto de extrema importância para nos, pois a hepatite e uma doença silenciosa que acomete varias pessoas, a rejeição do pedido da patente do medicamento, no meu entender pode nos trazer preços mais acessíveis ao medicamento, onde outras empresas possam fabricar para assim as pessoas poder realizar o tratamento e ter acesso a ele.

Silvana T.

Unknown disse...

Acho o assunto de extrema importância para nos, pois a hepatite e uma doença silenciosa que acomete varias pessoas, a rejeição do pedido da patente do medicamento, no meu entender pode nos trazer preços mais acessíveis ao medicamento, onde outras empresas possam fabricar para assim as pessoas poder realizar o tratamento e ter acesso a ele.

Silvana T.

Josiele Rodrigues disse...

Como apontado acima, a hepatite C é uma doença crônica que acomete o mundo, a decisão de negar a patente não é final e não significa que a patente foi recusada. Mas pode embasar, no futuro, a rejeição do pedido. Quando isso acontece, outras empresas também podem fabricar e vender o medicamento, geralmente, a preços menores. No caso do tratamento para hepatite C, o acesso à droga, chamada sofosbuvir ou Sovaldi, seu nome comercial, é uma questão de saúde pública mundial, literalmente. O acesso com maior facilidade e menor custo pode mudar esse cenário, pois como foi citado, este medicamento combinado a outras drogas, eleva as chances de cura para 90%.

Karol e Alitta disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Grupo 1 disse...

Este assunto é de suma importância para toda população, pois como o texto explica é uma doença silenciosa e a maioria só descobre com exames, mas tem casos que infelizmente já esta mais avançado.
Sobre a rejeição da patente, no meu ponto de vista acaba prejudicando a população que espera pelo tratamento, mas também não podemos deixar de pensar que esta rejeição tem um lado positivo, o qual o medicamento precisa de muito mais pesquisa e estudos. Com essa atitude, já podemos ficar tranquilos porque lá no futuro sabemos que virá com mais segurança e eficácia.

Unknown disse...

Apesar de ruim para a população que poderia ser beneficiada por este medicamento, é muito interessante saber que, em teoria, existem órgãos regulatórios competentes no nosso país que são capazes de avaliar um medicamento e recusá-lo pedindo mais estudos e informações. Este tipo de atitude garante mais segurança para a população alvo deste medicamento, sendo, também, uma atitude farmacovigilante (já olhando a situação com outros olhos) de cuidado e precaução.

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